...
Esses últimos dias, eu estava pensando na vida...
Encontrei um papel recortado, já amarelado pelo tempo, nele estava escrito uma oração que me fez pensar muito... Fazia tempo da última vez que havia lido uma oração, principalmente que fosse significaficativa. E essa merece, hoje, destaque, pois transmitiu-me força em um momento que esta, já estava tão escassa. Então leiam e reflitam.
Oração da Serenidade
Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas da outras.
Mais um ano termina... muita vida foi vivida, muita desperdiçada...
Chegada a hora da balança: e se os resultados forem favoráveis encerramos em paz, porém se ficam pendências começam novas divagações, uma sensação chatinha de derrota ou pior impotência... Será que já acabou ? O que será que se tem a fazer ainda?
Acalmem-se amigos!! é fim de ano chega de estresse. Serenidade!!!!
Pensei melhor e acho que por esse ano chega.. é hora de pendurar as chuteiras deixar as coisa fluírem, refletir sem agir. Um novo ano começa e isso sempre nos traz impressão de renovação. Agora é esperar pelo o momento da virada para pegar uma onda de energia para 2008. Então com muita paz no coração que comece mais um ano em nossas vidas. Coragem!!!
Pois as vitórias em 2007 nos trarão satisfação, mas os erros aprendizado, experiência, quem sabe até a sabedoria!!!!.
E já dizia Fernando Sabino
“De tudo ficam três coisas: a certeza que estamos sempre começando, a certeza de que é preciso continuar,e a certeza de que podemos ser interronpidos antes de terminar.
Fazer da interrupção um caminho novo, fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte e da procura um encontro.”
“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro” (Vinicius de Moraes)
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Escrever é ato de criação, é paixão, é vida (re)escrita
Mas a vida não se faz só de tristezas e incertezas.
Faz-se também de alegrias e ousadias
Um momento completa o outro
Como as chegadas e partidas
Então...Então...Então
O que faz a paixão?
Paixão que inebria
Que desequilibra
Deixa bela a vida
Deixa repleta de poesia
Faz lembrar Neruda
E seus cem sonetos de amor
Eu já sem pudor
Digo sim à Paixão à vida.
domingo, 4 de novembro de 2007
Quando os olhos lacrimejam e a garganta aperta. Temos que encontrar a saída...
Quarta-feira ela sabia que abdicaria do grande amor de sua vida
Com mais dúvidas que certezas
De alma lavada naquela mesa
Água da chuva e do pranto
Queria mais de uma vida?
Queria encontrar a saída?
Queria viver plenamente a sua vida?
Ninguém mais poderia lhe guiar.
Ou não?
Ou sim?
Só vivendo que responderemos
Que o amor nunca termina
Que o amor se transforma
Nos encontros e desencontros.
O amor verdadeiro liberta
Em chegadas e partidas
Abraços e despedidas
Com mais dúvidas que certezas
De alma lavada naquela mesa
Água da chuva e do pranto
Queria mais de uma vida?
Queria encontrar a saída?
Queria viver plenamente a sua vida?
Ninguém mais poderia lhe guiar.
Ou não?
Ou sim?
Só vivendo que responderemos
Que o amor nunca termina
Que o amor se transforma
Nos encontros e desencontros.
O amor verdadeiro liberta
Em chegadas e partidas
Abraços e despedidas
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Momentos de insônia
Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada
Qual porém é verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que agente tem
É a que tem que pensar
Fernando Pessoa, 18/09/1933
Tenho estado em um momento muito inquietante.
São tantas questões que deito-me para dormir, e o pensamento gira, gira... tonta, durmo e acordo.
São tantos pensamentos, tantas dúvidas, tantas certezas sendo desconstruídas...
O viver... O existir...O morrer...O partir... A dor... A alegria... chegadas e despedidas.
Sinto que estamos em busca de algo eternamente, mas que é fácil enganar-se... difícil ter certezas
Quero algo que me de momentos de alegria, satisfação e superação.
Ufa... já posso dormir
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada
Qual porém é verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que agente tem
É a que tem que pensar
Fernando Pessoa, 18/09/1933
Tenho estado em um momento muito inquietante.
São tantas questões que deito-me para dormir, e o pensamento gira, gira... tonta, durmo e acordo.
São tantos pensamentos, tantas dúvidas, tantas certezas sendo desconstruídas...
O viver... O existir...O morrer...O partir... A dor... A alegria... chegadas e despedidas.
Sinto que estamos em busca de algo eternamente, mas que é fácil enganar-se... difícil ter certezas
Quero algo que me de momentos de alegria, satisfação e superação.
Ufa... já posso dormir
terça-feira, 2 de outubro de 2007
ANGÚSTIA, NÁUSEA E VERGONHA
Os sentimentos, assim como a razão, desvelam nossa existência e nos colocam em contato com ela, de forma mais íntima e radical que a razão
A angústia nasce de um futuro indefinido, da falta de essência, de um horizonte com infinitas possibilidades o qual o homem deve enfrentar sem qualquer garantia, assumindo plenamente sua liberdade de “construir-se a si mesmo a cada instante”
A náusea (Sartre) surge da falta de propósito e finalidade do mundo e dos homens
A vergonha se origina na constatação de que existem outros distintos de nós. Na presença do outro me converto num objeto e fico coisificado e provado de minha liberdade. O outro pode pensar-me como quiser, anulando minha liberdade de ser
A angústia nasce de um futuro indefinido, da falta de essência, de um horizonte com infinitas possibilidades o qual o homem deve enfrentar sem qualquer garantia, assumindo plenamente sua liberdade de “construir-se a si mesmo a cada instante”
A náusea (Sartre) surge da falta de propósito e finalidade do mundo e dos homens
A vergonha se origina na constatação de que existem outros distintos de nós. Na presença do outro me converto num objeto e fico coisificado e provado de minha liberdade. O outro pode pensar-me como quiser, anulando minha liberdade de ser
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